Fail fast: como aplicar essa filosofia em projetos de arquitetura?

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Falhar é uma ideia que te dá medo ou você acha que pode ser uma oportunidade? O  fail fast afirma que errar, além de interessante, pode ser muito produtivo! Logicamente, ninguém gosta de cometer equívocos, mas sabe como isso pode ser positivo para você e seus projetos? Aproveite a experimentação, a criação de novas ideias e os resultados do processo.

Como sabemos, a elaboração de projetos arquitetônico, com foco no cliente e na exclusividade, é um processo que exige soluções criativas. Nesse sentido, o fail fast, tendência muito comum nas startups, é cada vez mais disseminado em empresas de diversos tamanhos e segmentos , e também uma ótima alternativa para a arquitetura. O conceito traz consigo uma forma ágil e estruturada para conceber novas ideias.

Pensando nisso, vamos te explicar melhor o que é o conceito fail fast e de que forma ele pode ser aplicado em projetos de arquitetura e design.

O que é o fail fast?

Apesar da grande rejeição carregada pela palavra “falha”, o fail fast ressignifica a conotação negativa e tem a intenção de acolher as falhas como ponto de partida para a inovação. Se desligar de velhos hábitos e mudar a mente é o segredo para se reinventar e criar. Ao falhar, é possível desenvolver atividades mais rapidamente.

Confira abaixo como essa prática ocorre no mundo corporativo:

  • fail fast: elaborar novas propostas por meio da experimentação contínua;
  • fail often: são feitos mais testes e, consequentemente, geradas mais oportunidades de sucesso para o empreendimento;
  • fail early: obtenção de feedback imediato;
  • fail better: falhas regulares e rápidas geram mais aprendizado para empresa.

Como é aplicado em projetos de arquitetura?

A filosofia prioriza várias tentativas, afirmando que, com a constante experimentação, é possível antever erros, reduzir a perda de tempo e de investimentos. Na arquitetura, os profissionais podem se valer destas técnicas para aprimorar o processo criativo e desenvolver melhores projetos.

Quanto mais estudado, alinhado e detalhado for o projeto de uma obra, menores serão as chances de surpresas durante a execução. Além disso, o uso de casos anteriores dos escritórios e estúdios são uma excelente fonte de aprendizado no processo de melhoria contínua.

Quais os ganhos da adoção do  fail fast?

O ciclo de aprendizado do fail fast é baseado na melhoria contínua. Seus pilares são:

  • agilidade: os profissionais envolvidos se familiarizam com a execução das tarefas e passam a responder mais rapidamente aos conflitos e desafios que surjam;
  • resiliência: deixar de ver a falha como inimiga e compreender a participação no processo criativo;
  • aprendizagem contínua: o ciclo de aprendizado considera melhorias a cada interação;
  • criatividade: ao avaliar novos problemas, também é preciso buscar soluções e, dessa forma, o processo criativo da equipe será melhorado a cada iteração.

Depois da leitura deste texto, você continua vendo as falhas como inimigas? As imperfeições são aliadas no processo criativo. Ressignifique as falhas e compreenda que o custo da padronização limita a inovação muitas vezes.

Aqui no Studio Ideação, adoramos a inquietude de sempre buscar uma solução personalizada e criativa ao projetar. Gostamos de compreender a história do cliente e entender a identidade do espaço, assim como analisar o estilo e o conceito que estarão por trás do projeto desenvolvido.

Nós desenvolvemos uma série de iniciativas para alcançar os melhores resultados em nossos projetos e processos. Quer mais dicas como a do uso do fail fast para melhorar sua rotina criativa? Acompanhe o Studio Ideação também nas redes sociais: Instagram, Facebook, Linkedin e Pinterest!

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